
uma equipe de pesquisa da universidade tecnológica de nanyang, em singapura, desenvolveu com sucesso um microrrobô flexível e controlado magneticamente, não maior do que uma semente, representando um avanço revolucionário na cirurgia minimamente invasiva. este protótipo não necessita de fonte de energia embarcada nem de circuitos complexos; ao contrário, responde em milissegundos e realiza manipulações altamente precisas e multimodo utilizando apenas um fraco campo magnético externo.
sua estrutura central é composta por materiais macios biocompatíveis, incorporados com micropartículas magnéticas responsivas. alimentado por atuação magnética sem contato, consegue executar simultaneamente cinco funções — incisão tecidual, liberação direcionada de fármacos, coleta de amostras para biópsia e hipertermia localizada — nos estreitos espaços anatômicos do corpo. a troca entre os modos leva menos de 0,8 segundo.
de acordo com testes laboratoriais, este robô causa danos extremamente mínimos às células circunvizinhas durante a operação, alcançando uma taxa de viabilidade celular de 99,2% após o processamento dos tecidos, o que comprova sua excelente biocompatibilidade e seu grande potencial para aplicações clínicas.