
em 6 de maio, o blogueiro “smart pikachu” revelou que a xiaomi mi band 10 pro poderá ser lançada oficialmente ainda este mês. após seu lançamento, outra nova pulseira — prevista para ser a xiaomi mi band 11 — está programada para o segundo semestre do ano, estabelecendo um ritmo de “dois produtos por ano”: um modelo pro no primeiro semestre e uma atualização da série numerada no segundo, mantendo assim a expansão acelerada da xiaomi no segmento de wearables inteligentes com alta relação custo-benefício.
de acordo com múltiplas vazamentos, espera-se que a xiaomi mi band 10 pro traga melhorias de geração em três áreas-chave: design, autonomia da bateria e monitoramento de saúde. o display deverá manter o painel amoled de 1,8 polegadas, com bordas finas, enquanto o brilho máximo poderá ser elevado para 1.600 nits. a capacidade da bateria integrada provavelmente aumentará significativamente, passando de 233 mah para 380 mah, com uma autonomia típica projetada de até 25 dias — cerca de 19% a mais em relação à geração anterior.
no que diz respeito às opções de cor, a xiaomi mi band 10 pro deverá oferecer cinco tonalidades: preto, branco, prata, laranja e rosa, com a possibilidade de uma variante totalmente branca com corpo em cerâmica. esta última poderia pesar mais de 50 gramas, buscando elevar o segmento de pulseiras de médio a alto padrão, aproximando‑o da sensação premium dos smartwatches de entrada.
segundo relatos, a xiaomi mi band 11 contará com um sensor de movimento de 10 eixos de última geração e um módulo de monitoramento de saúde óptico dual-ppg de maior precisão, aprimorando ainda mais a exatidão de métricas como frequência cardíaca, níveis de oxigênio no sangue e alertas de fibrilação atrial. ao mesmo tempo, fontes indicam que, baseando‑se nas funcionalidades já existentes de bluetooth 5.4 e nfc, a mi band 11 também poderá incorporar suporte a gps independente, reduzindo a dependência dos usuários em relação aos seus smartphones durante corridas e ciclismo.